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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

A extinção dos aros 26?

Os novos tamanhos de rodas das mountain bikes têm gerado discussões decisivas para o desenvolvimento dos produtos e tecnologias para as próximas temporadas. Em meio às novidades das 29 e 27,5, será a extinção das tradicionais 26?

Revista Bicicleta por Fábio Zander
25/04/2014
A extinção  dos aros 26?
Foto: Divulgação
Escrevi diversas vezes sobre o tema dos tamanhos de rodas. Também fui entrevistado e perguntado sobre o assunto. Já fui contra e a favor dos novos tamanhos. A única certeza que tenho é que o mundo do mountain bike não precisa mais discutir se é preciso as rodas 650B (ou 27,5), pois para essa discussão já é tarde demais. O 650B está no mercado e faz parte do programa em 2014 de muitas marcas e fabricantes.
Nos últimos meses tenho trabalhado com lojas de bicicletas e tive a oportunidade de testar alguns modelos. Cheguei a visitar uma grande marca alemã de bicicletas, a CUBE, onde tive a oportunidade de trocar algumas ideias a respeito dos tamanhos de rodas com alguns dos projetistas, engenheiros e até mesmo com os atletas.
Temo que as bicicletas com aros 26 polegadas estejam em risco de extinção, pelo menos aqui na Europa. O 650B ganha forte apoio da indústria ciclística e junto com as twentyniners são as que determinam o desenvolvimento e a inovação de novos produtos.

A discussão 

Dificilmente outro tema tem sido mais discutido atualmente no mundo do mountain bike do que o tamanho das rodas: 26 ou 29 polegadas? Ou seria melhor o novo 27,5 – qual o tamanho ideal?   
A diferença no tamanho de raio entre um aro 26 e um 27,5 é de 12,5 milímetros. Já comparando o 27,5 ao 29, a diferença aumenta para 19 milímetros. Isso mostra que o 650B está bem mais próximo da clássica 26 e por isso alguns tendem a dizer que o 650B é o novo 26.
Para as mountain bikes com suspensão dianteira, também conhecidas como hardtails, a indústria tomou uma clara decisão, pois nessa categoria atualmente existem mais ofertas de twentyniners do que das clássicas 26. Fabricantes como a Specialized oferecem praticamente todos os seus modelos hardtails em 29 e cada vez mais modelos full suspension são lançados com tamanho 29 e o novo 650B. Enquanto a twentyniner domina o cross country, o 650B é visto cada vez mais na categoria all mountain.
Quais são as vantagens e as desvantagens entre os tamanhos de rodas? O que é possível calcular e medir? O que é sentido apenas durante a pedalada? Para dar um pouco de clareza sobre as verdades e inverdades, seguem algumas observações na perspectiva de um projetista de bicicleta, isto significa, sem emoções, apenas a matemática e a física. Abaixo seguem alguns dados técnicos interessantes:
  • Rodas grandes rolam mais confortáveis e seguras sobre obstáculos.
  • Quanto maior o diâmetro das rodas, mais tração na pedalada.
  • Rodas grandes exigem soluções técnicas para os problemas na construção de quadros, principalmente na parte traseira.
  • Rodas grandes criam uma relação desfavorável entre rigidez e peso.
  • Rodas de 26 polegadas são mais estáveis, principalmente nas torções laterais. Cargas ou forças radiais são menos críticas.
Até agora, os fatos. Mas como se sente tudo isso na trilha?    
O efeito mais marcante é durante a rolagem. Foram testados diversos tamanhos de rodas em um trecho semelhante com a mesma velocidade e observou-se as claras vantagens das twentyniners. Com menos força nos pedais foi possível manter a velocidade e nas curvas não se sentiu tanto a instabilidade das torções laterais, principalmente nas rodas.
Em uma pedalada com uma twentyniner se tem mais conforto durante a rolagem. Enquanto não se pedala por terrenos extremamente acidentados, existe uma estabilidade na pilotagem por causa da maior distância dos eixos das rodas e a maior parte traseira do quadro. Quanto mais técnico e acidentado o terreno, mais vantagens ao desenho compacto dos quadros das bicicletas com aro 26.
O que atrapalha para alguns ciclistas nas twentyniners são os tamanhos dos garfos e a posição alta de pilotagem, o que pode ser resolvido com a troca da mesa do guidão mais plana ou posição negativa, para baixo.
Para os ciclistas com mais de 1,70 m de altura, o 650B proporciona uma boa alternativa para o clássico aro 26. Para ciclistas com mais de 1,78 m de altura, as twentyniners tem sido a melhor alternativa. Se realmente as rodas 26 tiverem em risco de extinção, será um problema para os ciclistas mais baixos, talvez esse seja mais um motivo para a preservação do clássico aro 26 no mercado da bicicleta, ou não?
Ainda hoje existe o mito de que as rodas de tamanho 26 foram usadas pelos “inventores” do mountain bike por serem estáveis, o que no entanto não é verdade. A verdade é que as cruiser bikes que foram usadas como base para as primeiras mountain bikes tinham o tamanho standard de 26 polegadas.
Naturalmente, rodas com diâmetros maiores serão mais pesadas, mas com o desenvolvimento intensivo de novos produtos e materiais para os 650B e as twentyniners, teremos em pouco tempo um grande leque de opções e peso.

Pesquisa com fabricantes do mercado 

Aqui na Alemanha foi feita uma pesquisa sobre o tema tamanho de rodas com 45 fabricantes de produtos ligados ao mountain bike. A tendência é que a maioria das empresas está investindo no 650B no lugar do 26. Futuramente, eles veem o aro 26 como tamanho de aros para bicicletas de iniciantes e/ou na área do gravity (dirt, freeride e downhill), onde as bicicletas tem suspensões com curso de 160 mm ou mais.
As empresas acham que no período de três anos não haverá problemas com a reposição de peças para as bicicletas com aro 26, mas isso também depende muito da demanda no mercado.
Alguns números da pesquisa feita com 30 fabricantes de bicicletas e 15 fabricantes de peças e componentes:
  • 57% dos fabricantes de bicicletas imaginam poder manter um mercado com três tamanhos de rodas.
  • 73% dos fabricantes de peças e componentes não veem problemas em manter os três tamanhos no mercado.
  • 87% dos fabricantes de bicicletas oferecem, em 2014, bicicletas com aro 26, mas 65% deles, apenas na área para iniciantes ou gravity.
  • 80% dos fabricantes de peças e componentes terão em seus sortimentos, nos próximos três anos, peças de reposição para os aros 26.
  • 13% dos fabricantes de bicicletas planejam também em três anos, o desenvolvimento e fabricação de bicicletas aro 26, também fora do segmento para iniciantes e/ou gravity.
  • 13% dos fabricantes de bicicletas e peças veem para o futuro dificuldades para a reposição de peças para os aros 26 que será mais restringido.
  • 100% dos fabricantes de peças e componentes têm para 2014 oferta para as moutain bikes aros 26.

Qual o futuro das 26 polegadas, então?

Não temos uma bola de cristal para prever o futuro, mas fica claro que as bicicletas de aro 26’ saem perdendo com as inovações do mercado. A twentyniner é predestinada para pedaladas por trechos sem obstáculos extremos ou muito técnicos e por causa de suas ótimas propriedades de rolagem é indicada ao tour e ao cross country.
Para bicicletas que necessitam de outros requisitos na geometria dos quadros, chega ao mercado o novo 650B para categorias como all mountain e enduro, visando até mesmo o freeride e o downhill, pois nessa categoria é possível ter rodas mais robustas, correntes mais curtas e assim uma geometria mais manobrável durante a pedalada.
Existem rumores de que em breve alguns modelos de bicicletas combinarão os tamanhos de rodas, isto é,  29 na frente para uma boa e confortável rolagem e 27,5 atrás para uma traseira mais compacta e ágil.
Enquanto isso as boas e clássicas bicicletas de aros 26 perdem seu espaço para as maiores rodas e serão cada vez menos vistas, ou melhor, apenas vistas em categorias extremas como o dirt, freeride e downhill.
Todos que trabalham no ramo têm medo de perder uma tendência e ao mesmo tempo, ninguém sabe ao certo para onde segue essa viagem dos tamanhos de rodas. É claramente possível perceber, por meio da mídia especializada europeia ou nas feiras do ramo, que a indústria da bicicleta reagiu bem mais rápido com as rodas 650B fornecendo ampla variedade de produtos. As twentyniners, em seu início, sofreram bem mais para se impor aqui na Europa e a indústria demorou para desenvolver produtos.
Conversando com os entendidos da área e lendo muito a respeito é possível perceber que cada vez menos serão desenvolvidos produtos inovadores para os aros 26. Muitos fabricantes têm dado prioridade para o desenvolvimento das twentyniners e dos 650B.
No comércio, alguns lojistas alemães têm percebido também que a venda das bicicletas com tamanho 650B tem dado menos trabalho para convencer os clientes sobre as vantagens do tamanho de roda, do que as twentyniners.
É claro que existem muitos céticos em relação às novidades. Um exemplo é quando lançaram os freios a disco e de quantos reclamaram da inovação na época. Hoje a maioria nem pensa em outro sistema de freio para a sua mountain bike. Se as 26’ serão extintas não dá para saber, mas que o mercado segue para o desenvolvimento de outras medidas, isso é evidente.

Fonte: Revista Bicicleta

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Prefeito Beffa sanciona Bolsa Atleta















 

Prefeito Beffa sanciona Bolsa Atleta

Em uma solenidade marcada em homenagem ao dia do Profissional de Educação Física, o Prefeito Padre Beffa e o Secretário Municipal de Esporte Professor Ricardo Gonçalves assinaram a lei de incentivo ao esporte chamada Bolsa Atleta. O evento aconteceu na tarde desta segunda-feira, (01), no auditório da Prefeitura Municipal, com a presença de atletas, treinadores, vereadores, secretários municipais e imprensa.
Durante a solenidade foram apresentadas as principais conquistas dos atletas araponguenses, apoiados pela Secretaria de Esporte, durante o primeiro semestre deste ano. Atletas e técnicos de diversas modalidades se apresentaram com suas respectivas medalhas e troféus e receberam os aplausos de todos os presentes. O Prefeito Beffa parabenizou cada um dos atletas e disse que se sentia muito feliz em ver tantos resultados positivos. “É uma alegria ver que o esporte em nossa cidade tem revelado tantos talentos. Quero garantir a vocês que tudo o que for possível fazer para incentivar o esporte e não deixar nossos jovens se ocuparem com coisas ruins, nós vamos fazer”, garantiu o Prefeito. O Secretário Municipal de Esporte Ricardo Gonçalves falou sobre a alegria de poder assinar a lei tão esperada em uma data de relevância como esta. “Estou feliz em poder assinar, juntamente com o Prefeito Beffa, uma lei tão importante para fortalecer a prática esportiva no Município de Arapongas no dia em que comemoramos o dia do Profissional de Educação Física”.

Bolsa Atleta

A concessão dos benefícios previstos no Bolsa Atleta tem início no exercício financeiro de 2015. Estão previstos 186 mil reais para repasse: 120 mil reais para o incentivo ao esporte amador, para custear o desenvolvimento das atividades esportivas desenvolvidas por associações cadastradas e 66 mil reais para o Bolsa Atleta, recurso que somente poderá ser usado para patrocinar atletas araponguenses que representem Arapongas em campeonatos oficiais. Em ambos os casos, o repasse acontece somente por meio de associações cadastradas no Conselho Municipal de Esporte.
 
 

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Paraná reduz ICMS para bicicletas e peças




Diretor da Receita Estadual divulga corte de 18% para 12% na alíquota durante audiência pública em Londrina para debater diminuição de impostos sobre segmento.

O Paraná reduziu o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no segmento de bicicletas e peças de 18% para 12% do preço final, como resposta ao debate nacional que pede a diminuição da alíquota estadual e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que é federal, o que deve incentivar o uso do veículo como transporte. O Decreto 11.492/2014 foi publicado no "Diário Oficial do Estado" na última quarta-feira e discutido ontem, em audiência pública na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Londrina.

Diretor da Receita do Estado do Paraná, José Aparecido Valêncio da Silva afirmou ontem, durante o evento, que a renúncia fiscal estimada para 2014 é de R$ 22 milhões dos R$ 92 milhões previstos para a arrecadação com bicicletas e partes. No entanto, quando a mesma medida foi tomada para remédios em 2008, houve elevação da arrecadação no geral, em valores, de R$ 76,863 milhões para R$ 165,007 milhões em 2009, pela alta da demanda e em outras taxas, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

No entanto, ele lembrou que, quando houve redução no ICMS sobre remédios, o governo elevou a 28% a taxa sobre combustíveis e energia elétrica. "Conseguimos chegar nessa possibilidade de trazer essa alíquota a 12%, ou seja, igualando bicicletas a medicamentos, e essa regra está prevista até junho de 2016", disse Silva, ao lembrar que o prazo pode ser prorrogado.

Por IPI Zero A audiência de ontem atraiu cerca de 100 pessoas ao auditório da OAB em Londrina, para buscar soluções para a mobilidade urbana sustentável. O objetivo era conseguir apoio para pressionar deputados, senadores e os governos estadual e federal, pela diminuição do IPI sobre bicicletas e peças de 10% para zero.

O articulador da Rede Bicicleta para Todos e líder da campanha nacional pelo IPI zero, Daniel Guth, afirmou que o País é o terceiro maior produtor do produto, mas está em 22º em consumo per capita, com uma bicicleta para cada quatro pessoas. Na Holanda, por exemplo, a relação é de dois veículos do tipo por pessoa e na Alemanha, de um para um.

Segundo a Análise Econômica do Setor de Bicicletas e suas Regras Tributárias, feita pela Tendências Consultoria Integrada, 40% das pessoas que usam a bicicleta como transporte ganham até R$ 1,2 mil, o que demonstra o caráter social da medida. Ainda, Guth considerou que a perda de arrecadação por parte do governo federal seria mínima. "A renúncia em um ano no setor seria de R$ 65 milhões, o que equivale a três dias de IPI zero para carros", disse.

Caso seja aceita a proposta, que está em discussão no Congresso Nacional, a estimativa de aumento no consumo seria de 11,3%, conforme a pesquisa. O presidente da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), Marcelo Maciel, disse que a demanda maior implicaria em em aumento da arrecadação com outros tributos, como PIS/Cofins e Imposto de Renda. "E o estudo aponta que há muita informalidade no mercado de bicicletas pelo peso médio de 70% de impostos no preço, o que diminuiria e geraria maior receita", afirmou. Fonte: Folha de Londrina – PR

Opinião Consultoria Vieira Santos: Governo estadual já fez sua parte com a redução alíquota de ICMS de 18% para 12%, pressão agora seria com Governo Federal em reduzir a alíquota de IPI. Necessidade de crescimento de mercado sempre esbarrando na redução carga tributária, seria uma das explicações do RAIO - X do setor apresentado acima.

Além disso nosso país enfrenta também a questão da falta de mobilidade pela falta de infraestrutura, sendo poucas as cidades com pistas de ciclovia.

Empresários do setor, nós da Vieira Santos Consultoria estamos à disposição para atendê-los.

Fonte: grupovalue

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Gabriela Yumi vence prova de ciclismo na Irlanda e quebra recorde da pista


Gabriela Yumi vence prova de ciclismo na Irlanda e quebra recorde da pista

Depois das quatro medalhas conquistadas na Europa entre sexta (11) e sábado (12), a Seleção Brasileira de Ciclismo de Pista voltou a ser destaque com os ciclistas Fernando Sikora e Gabriela Yumi, durante o Irish International Track GP, realizado neste domingo (13), na Irlanda. A competição que distribuiu pontos para o ranking mundial reuniu atletas de vários países.

Os dois brasileiros, que atualmente fazem parte do Projeto de Intercâmbio da Confederação Brasileira de Ciclismo, obtiveram resultados muito expressivos que foram elogiados por todas as pessoas presentes. O principal destaque foi a paranaense Gabriela yumi, que além de vencer a prova de Keirin, ainda bateu o recorde da pista na prova de Flying Lap, pela prova Omnium, terminando ovacionada pelo público presente.

“Quando terminei a prova de 500 metros, muitas pessoas vieram me dar os parabéns. Esse reconhecimento me deixou muito animada. Pouco antes da largada da prova Flying Lap, as pessoas da cidade e da organização ficaram comentando na possibilidade que eu tinha de bater o recorde da pista. Isso tudo se tornou motivação e acabei registrando o melhor tempo desta pista. E para fechar com “chave de ouro” finalizei a participação com a vitória na prova de Keirin, que é minha especialidade. Estou muito feliz”, declarou Gabriela.

Na prova masculina, Fernando Sikora, que já havia conquistado a medalha de bronze na prova de Velocidade Individual durante o GP Internacional Dublin Track Cycling, voltou a subir no pódio para comemorar a medalha de prata conquistada na prova de Keirin. A medalha de ouro foi conquistada pelo holandês Hugo Haak, enquanto o bronze ficou com o irlandês Eoin Muller.
Projeto de Intercâmbio CBC

Atualmente a Confederação Brasileira de Ciclismo, com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, contempla treze atletas no Projeto de Intercâmbio.

São seis velocistas do Ciclismo de Pista: Diefferson Borges, Flávio Cipriano, Kacio Freitas, Fernando Sikora, Gabriela Yumi e Wellyda Rodrigues. Os atletas estão reunidos no Centro Mundial de Ciclismo, na Suíça, onde realizam uma preparação especifica para disputar a Copa do Mundo, que terá a primeira etapa em novembro, na cidade de Manchester, na Inglaterra.

Além dos atletas da Pista, atualmente o Brasil também está representado no CMC por seis talentos do Ciclismo de Estrada, sendo dois atletas da Sub-23 (Caio Godoy e João Marcelo Gaspar) e quatro atletas da categoria Junior (André Gohr, Rodrigo Quirino, Ana Paula Casetta e Renata Lopes). No BMX, a representante é Thaynara Morosini.

Durante este período no projeto, os atletas estarão treinando com supervisão da UCI e participando de várias competições do calendário internacional pela Europa, incluindo Campeonatos Pan-Americanos e Mundiais.
 

Guarda Municipal Sinaliza para Treinamento de Ciclismo



Notícias da Guarda

SEGURANÇA E TRÂNSITO | Em 15/07/2014 às 13:49:29, atualizado em 15/07/2014 às 14:01:06 Por Assessoria de Imprensa


Treinamento de Ciclismo
Todas as terças e quintas-feiras, uma equipe da Guarda Municipal de Arapongas realiza na Rua Guaratinga entre as Empresas Nicioli e Albatróz, a sinalização da via para manter a segurança da equipe do Clube de Ciclismo de Arapongas onde estão inscritos cerca de 120 atletas, que ali fazem seu treinamento de rotina. Além deles, muitos outros ciclistas comparecem ao local para sua atividade física em família.

Notícias da Guarda

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Nota de Falecimento: Ciclistas Jadir Junior Costa e Antônio Bacaro foram atropelados em SP

Infelizmente dois ciclistas morreram atropelados esse final de semana em São Paulo. Jadir Junior Costa e Antônio Bacaro, foram atropelados em um treino, na estrada que liga Santa Maria da Serra a Torrinha, neste Sábado, 12 de Julho.
Nota
Jadir fazia parte da equipe de Barra Bonita na categoria Sênior A e era líder na Copa São Paulo de Ciclismo.
O PraQuemPedala deseja força para os amigos e familiares e também desejamos sorte para todos nós ciclistas, que temos que conviver com essa barbárie no trânsito.

Fonte: PraQuemPedala

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Colombianos pedalam 1.200km para verem sua seleção na Copa





Juan Lugo e Jorge Osorio integraram um grupo de 13 colombianos que chegaram ao Brasil no último dia 10 de junho para assistir a Copa do Mundo

A Copa do Mundo é um dos momentos de maior empolgação para os torcedores das seleções participantes, mas para alguns, também é hora de fazer sacrifícios para mostrar o amor pelo selecionado nacional. É o caso de um grupo de 13 torcedores colombianos, que partiram de Barranquilla no dia 23 de maio rumo ao Brasil. No último dia 10, chegaram em Cotia, na Grande São Paulo, onde a equipe colombiana está hospedada.

"Acumulamos um total de 9.300km de viagem, dos quais 1.200 foram de bicicleta. A cada dia, viajávamos uma distância, dependendo das condições das estradas e do clima", disse Juan Manuel Lugo com exclusividade à TV Esporte Interativo.  Lugo contou ainda algumas situações passadas ao longo de 18 dias de caminho.

"O trajeto pelo Equador foi muito bom, porque as autoridades policiais nos acompanharam. No Peru, foi muito traumático. Passamos por todo o litoral com brisa e muita areia". O grupo também enfrentou uma dificuldade comum a jogadores de futebol. "Na Bolívia, subindo a 4 mil, 4,5 mil metros de altitude, com chuva, é muito complicado".

Outro torcedor, Jorge Osorio, falou de outras situações vividas na viagem. "Às vezes, não sabíamos onde almoçar, onde dormir, houve hoteis bons e ruins, o maior problema mesmo foi no Peru, onde nos roubaram duas maletas. Apesar disso, felizmente conseguimos e aqui estamos". A expectativa de Osorio para o desempenho da Colômbia na Copa é otimista.

"Esperamos que a seleção faça uma grande apresentação e avance à segunda fase, e tomara que tenha uma boa atuação neste Mundial. Minha favorita para vencer é a Colômbia, depois o Brasil", brincou. Sem Falcao García, cortado por lesão, outro jogador desponta como favorito do torcedor. "Carlos Bacca, de Barranquilla, vai ser o artilheiro (da Colômbia)".

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